Vacina para coronavírus: saiba mais sobre ela

Vacina para coronavírus: saiba mais sobre ela

13 de janeiro de 2021 0 Por Editor

Nos últimos dias, a vacina para coronavírus, o novo vírus causador da Covid-19, vem sendo o assunto mais tratado nas mídias. Isso porque, após muitos meses enfrentando uma pandemia que colocou o mundo em um novo ritmo, a expectativa pela descoberta e início da imunização contra o Novo Coronavírus aumenta a cada dia.

Com as inúmeras iniciativas empregadas em universidades e laboratórios para o desenvolvimento de uma vacina, métodos tradicionais e inovadores foram explorados e resultaram na produção de substâncias capazes de combater o vírus em tempo recorde. Para ficar por dentro de tudo relacionado a vacina para coronavírus, continue a leitura a seguir!

Como é o desenvolvimento de uma vacina?

Antes de conhecer mais sobre a vacina para coronavírus, vamos entender como é o processo de fabricação de uma vacina. Afinal, não é de hoje que o Brasil inicia sua produção de imunizantes. 

O país é responsável por exportar vacinas para mais de 70 países, sendo autossuficiente na produção de uma série de imunobiológicos. Para que a fabricação da vacina seja possível, um longo processo deve ser percorrido. 

Apenas a produção pode durar meses, da mesma forma, a etapa anterior de pesquisa pode levar de pares de anos a décadas para ser concluída. De modo geral, são muitas as formas de desenvolvimento de uma vacina. Cada estratégia tem seus pontos positivos e desafios. Confira quais são elas.

Enfraquecimento do vírus

A doença nada mais é do que a contaminação e multiplicação desses microrganismos no corpo. O vírus, que normalmente se multiplicaria velozmente, tem seu ciclo de reprodução controlado. 

Ao criar uma versão enfraquecida do vírus, o sistema imunológico pode gerar células que farão parte da camada de proteção da pessoa no futuro. As vacinas de rubéola e catapora, por exemplo, foram desenvolvidas dessa forma.

Inativação do vírus

É criada uma substância que mata o vírus. Com esse composto químico, o vírus ou a bactéria não se reproduz a tempo de espalhar a doença. Um exemplo de vacinas criadas dessa forma são a contra a hepatite A e a raiva. 

Dessa maneira, com a inativação do vírus, sintomas podem ser prevenidos e até pacientes em um quadro imunológico mais frágil podem tomar a vacina. Em contrapartida, pode ser feita uma vacina com múltiplas doses, que devem ser tomadas de tempos em tempos para garantir a imunidade, mesmo ela não sendo garantida.

Remoção de parte do microrganismo

Em alguns casos, a vacina pode ser criada utilizando uma parte do vírus em sua composição, coletado a partir de proteínas de sua superfície. Quando o sistema imunológico responde a uma parte do vírus, essa é a estratégia mais indicada para se fazer uma vacina. 

Alguns exemplos de vacinas feitas a partir de partes removidas do vírus causador da doença são a do HPV e contra hepatite tipo B. Vacinas desenvolvidas a partir desse método podem ser administradas em pessoas com imunidade mais prejudicada e garantem imunidade após três doses.

Agentes tóxicos de bactérias também podem ser isolados e desativados nesse processo. Com isso, a doença é prontamente eliminada. Ou, ainda, os açúcares da bactéria são separados, garantindo que o sistema imunológico aja sobre essa camada. Vacinas contra o tétano e a difteria, por exemplo, são produzidas a partir desse processo. 

Como é a fabricação de uma vacina?

Após as estratégias anteriores, que podem durar meses ou anos, é o momento de realizar a fabricação da vacina, processo que também pode demorar muito tempo. Veja a seguir, quais são essas etapas.

Pesquisa e coleta de amostras

Para que a vacina seja fabricada de forma efetiva, são necessários períodos extensos de pesquisa, fase que pode tomar tempo considerável. Equipes de cientistas e médicos investindo de 10 a 15 anos, para desenvolverem uma solução efetiva e viável. 

Além disso, é um processo de cobertura global. Todos os países possuem centros de vigilância para a coleta de amostras que possam viabilizar a fabricação. Um exemplo desse processo pode ser conferido na vacina contra a gripe influenza, que precisa ser refeita todos os anos. Com isso, vírus são incubados em ovos e subtipos são analisados de acordo com sua mutação. 

Descoberta e desenvolvimento

De acordo com a vacina, diferentes agentes podem ser combinados, enfraquecidos ou ativados. É por meio da identificação de amostras e das características desejadas para a imunização dos pacientes que a vacina é desenvolvida.

Testes pré-clínicos e clínicos

Autoridades regulatórias exigem que testes rigorosos sejam feitos com toda vacina que é desenvolvida. Esses órgãos podem ser locais ou internacionais, como veremos a seguir. 

A partir de diretrizes rígidas, testes são realizados em laboratórios. Primeiramente, cobaias são utilizadas. Após o período pré-clínico, são realizados testes de estudos clínicos em pessoas.

O intuito de tais testes é ter a certeza de que a nova vacina é segura e que, de fato, ela age no foco da doença. Além disso, eles são importante fonte de dados preliminares que podem contribuir para impedir que a doença se dissemine.

Inicialmente os testes agem sobre um pequeno grupo, depois sobre uma amostragem maior, para garantir eficácia e definir a dosagem ideal. Por fim, são feitos estudos que possam identificar possíveis efeitos colaterais, dentro das normas dos órgãos reguladores que aprovarão a vacina.

Liberação dos órgãos reguladores da vacina

Todos os dados desse período de coleta são, então, encaminhados para os órgãos competentes, tais como a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Nessa etapa, é realizado um pedido formal para que a vacina seja aprovada para fabricação, com um comitê de ética supervisionando cada um dos passos da pesquisa.

No pedido de liberação, consta um relatório com informações sobre a doença, a forma como ela atuará no corpo, quais são as restrições, formas de aplicação da vacina e cuidados a serem tomados. 

A decisão final passará a estar na mão dos órgãos reguladores. Ou seja, órgãos governamentais têm a responsabilidade nas etapas seguintes em disponibilizar e permitir que profissionais prescrevam a vacina.

Fabricação do produto

A Anvisa realiza uma divulgação anual das marcas de vacina que podem ser distribuídas e comercializadas no Brasil. Vacinas como a desenvolvida contra a influenza requerem orientações dos dados coletados pela OMS. 

Nesse contexto, é importante que o paciente confira as listas divulgadas pela Anvisa e demais órgãos responsáveis para, na clínica de sua preferência, poder conferir a procedência da dose que será aplicada.

Distribuição das vacinas para a população

De acordo com uma procura projetada pela imunização, os laboratórios fabricantes das vacinas realizam a distribuição em locais autorizados, como clínicas particulares, que, por sua vez, administram as doses. 

O número de doses de vacina a ser produzido já é calculado para que essa demanda seja atendida adequadamente. Desse modo, a margem estipulada e o agendamento das remessas é feito de acordo com as solicitações dos locais de vacinação. Lotes de vacina enviados por laboratórios abastecem as redes privadas, de acordo com requisitos legais dos órgãos regulatórios.

Como é o desenvolvimento da vacina para coronavírus?

Por seu alto grau de contaminação, pesquisadores correm contra o tempo para encontrar uma vacina que seja capaz de combater o vírus da Covid-19. De acordo com o relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), existem 235 iniciativas para a formulação de uma substância que possa imunizar as pessoas do vírus. Entre elas, 63 estão em testes clínicos, ou seja, em humanos. 

O desenvolvimento da substância da vacina pode ser por diferentes formas, as mais comuns são por meio de vírus ou partes do vírus, com o vírus atenuado ou desativado inserido no corpo humano, feito com DNA ou RNA, com sua entrada na célula para a produção de proteína do vírus, ou com partículas semelhantes ao vírus, criadas por engenharia genética. Confira a seguir, as etapas do desenvolvimento de uma vacina:

  • isolamento da partícula do vírus;
  • desenvolvimento da vacina que será testada;
  • capacidade da vacina estimular a fabricação de anticorpos, devido à presença do vírus ou parte dele;
  • memória imunológica, quando os vacinados entram em contato com a versão forte do vírus e conseguem que os anticorpos ataquem o invasor;
  • vacina, a substância vai para testes;
  • estudos pré-clínicos, feitos em animais;
  • após isso tudo, entra a fase 1, realizada com 10 a 100 pessoas saudáveis,  para verificar a segurança e toxicidade no organismo humano;
  • já na fase 2, centenas de pessoas são testadas para observar a produção de anticorpos contra o vírus e qual a dosagem indicada;
  • e na fase 3, dezenas de milhares são testados, verificando a prevenção a infecção pelo vírus em um grande número de pessoas.

Quais as vacinas para coronavírus que estão sendo usadas para a imunização no mundo?

Entre as 63 iniciativas de vacina para coronavírus que estão em andamento no mundo, 7 delas superaram barreiras e atualmente chegaram ao estágio final, com a aprovação para uso na população, com 4 delas sendo amplamente discutidas pela mídia brasileira. Veja quais são a seguir:

As vacinas mais famosas

Moderna

A moderna é a vacina para coronavírus produzida pela empresa americana de biotecnologia Moderna, e foi aprovada para ser utilizada nos Estados Unidos, Canadá e também na União Europeia. Produzida em Cambridge, Massachusetts, será produzida em larga escala neste ano.

Oxford-AstraZeneca

A vacina Oxford-AstraZeneca foi desenvolvida pela empresa farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, e teve seu uso licenciado para uso no Reino Unido, Argentina e Índia. 

De acordo com o Itamaraty, a vacina é uma das priorizadas pelo governo brasileiro, com 2 milhões de doses sendo importadas para auxiliar no início da imunização. Além disso, 100 milhões de doses serão produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) visto que um acordo entre a instituição e a AstraZeneca/Oxford foi realizado. 

BioNTech-Pfizer

A primeira vacina para coronavírus autorizada para o uso na União Europeia é produzida pela firma de biotecnologia alemã Biontech e a indústria farmacêutica Pfizer. As empresas pretendem fabricar 1,3 bilhões de doses para o uso no mundo todo neste ano.

Sputnik V

Em agosto de 2020, peritos foram surpreendidos quando a Rússia, muito antes do resto do mundo, se tornou o primeiro país a aprovar a vacina para coronavírus Sputnik V. Licenciada em Belarus, Argentina e Guiné, a vacina teve sua fase de testes questionada, visto que não foi respeitada uma das etapas principais de teste clínico. Contudo, mais de 50 países já encomendaram a vacina.

Vacina para coronavírus: quadro comparativo

Mais vacinas, incluindo a produção brasileira

Sinopharm

A vacina desenvolvida em Pequim pelo China National Pharmaceutical Group Corporation teve a licença concedida, mesmo ainda sendo submetida aos últimos estágios de teste clínico. Além disso, os Emirados Árabes Unidos também aprovaram a vacina chinesa, tendo recebido 3 milhões de doses ainda em 2020.

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Covaxin

A vacina para coronavírus indiana foi desenvolvida pela empresa Bharat Biotech International Limited. Com caráter emergencial aprovado, a ìndia iniciou sua vacinação em 3 de janeiro, concedendo a Covaxin e Oxford-AstraZeneca. A empresa planeja fabricar 700 milhões de doses em suas 4 instalações no país para o ano de 2021.

Coronavac

A Coronavac é produzida pela empresa biofarmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. Entre os países que já encomendaram suas doses estão Chile, Cingapura e Turquia, além da Indonésia, que já recebeu seu lote e prepara a campanha de vacinação em massa. No Brasil, o governo do estado de São Paulo importou quase 11 milhões de doses.

Segundo o médico Eduardo Costa, chefe do setor de Alergia e Imunologia da UERJ, a eficácia geral da Coronavac em testes aqui no país, considerando todos os tipos de casos (leves, moderados e graves), foi de 50,38%. 

Este número pode parecer baixo, mas a vacina conseguiu 100% de eficácia, com significância estatística, para evitar casos moderados que necessitam internação fora de CTI.

Além disso, a Coronavac foi melhor para impedir casos leves, moderados ou graves que necessitem de assistência ambulatorial ou hospitalar, com eficácia de 77,9%. Ela também possui tendência, ainda não significante estatisticamente, a atingir 100% de eficácia na prevenção de casos graves que necessitem de UTI.

A Coronavac é uma vacina segura, sem efeitos adversos graves. Sua grande vantagem é o fato de ser fácil de armazenar e transportar, pois não necessita de temperaturas negativas como outras vacinas. Será muito útil para evitar casos moderados a graves e reduzir a mortalidade, mesmo não se sabendo qual será o efeito na transmissão e velocidade de controle da pandemia.

Quais serão as vacinas usadas no Brasil?

A Fiocruz submeteu à Anvisa, no dia 8 deste mês, o pedido de autorização para uso emergencial das doses da vacina para coronavírus da Oxford/AstraZeneca. O uso emergencial permite que a vacinação seja feita em grupos de risco, como idosos, indígenas e profissionais da saúde.

A análise pode levar até 10 dias. Além das doses prontas, os insumos para a fabricação de novas vacinas devem chegar ao país no dia 12 de janeiro, permitindo que a Fiocruz inicie a produção em larga escala.

Da mesma forma, após o resultado positivo dos testes que comprovaram a eficácia da Coronavac em até 78% de proteção contra a Covid-19 e 100% de garantia contra mortes, casos graves ou internações, o Instituto Butantan, assim como a Fiocruz, solicitou o pedido de autorização para uso emergencial da vacina para coronavírus. De acordo com o governo de São Paulo, com o aval da Anvisa, o plano de vacinação para o estado de São Paulo deverá ser iniciado em 25 de janeiro. 

Diferente de vacinas como a da Pfizer e Moderna, que precisam ser mantidas a -70ºC e -20ºC, as vacinas para coronavírus da Sinovac e Oxford/Astrazeneca são fáceis de transportar, e precisam de temperaturas comuns em refrigeradores, entre 2ºC e 8ºC, facilitando a logística do plano de vacinação.

Com regime de trabalho intensivo, o Butantan anunciou que a produção das doses está sendo realizada 24 horas, para suprir a demanda desejada de 40 milhões de doses ainda neste mês.

Quais os riscos de não tomar a vacina para coronavírus?

As vacinas têm um papel muito importante no fortalecimento do sistema imune. O imunizante faz com que o sistema aprenda a responder à infecção por meio de anticorpos, garantindo a segurança do imunizado.

O combate à desinformação exige um esforço extra para os profissionais da saúde. O controle das doenças por meio das vacinas alcançado nas últimas décadas levou à sensação de que certas enfermidades não representam mais uma ameaça à sociedade. 

O fato de as doenças terem desaparecido fez com que muita gente achasse que a vacina se tornou desnecessária. Pensar assim é um equívoco que pode fazer com que tais enfermidades readquiram força de transmissão. 

A mesma percepção é observada entre profissionais de saúde. Muitos nunca viram vítimas de poliomielite ou com sarampo porque cresceram em tempos nos quais elas não ocorriam. Por isso, não estão alertas quanto à sua prevenção.

Fake News

Também enfrenta-se a terrível febre das notícias falsas. Elas se propagam pelas redes sociais e têm impacto impressionante em quem as acompanha. Durante o surto de febre amarela, por exemplo, os estragos foram estarrecedores, tanto para espalhar o pânico que levou à invasão de postos de vacina quanto para afastar a população das doses. 

Primeiro, correntes incitavam todos a exigir a vacina, quando se sabe que há casos nos quais ela é contraindicada (transplantados e pacientes em quimioterapia, por exemplo). 

Depois, com a profusão da fake news de que o imunizante faz mais mal do que bem. Como toda medicação, as vacinas apresentam efeitos adversos, mas em sua maioria em escala muito menor do que o benefício que produzem.

Esses dois fatores funcionam como combustível para fortalecer o movimento antivacinação, formado por pessoas que se dedicam a transmitir dados falsos sobre os imunizantes.

Tomar vacinas é a melhor maneira de se proteger de uma variedade de doenças graves e de suas complicações (inclusive a morte). É por causa da vacinação que problemas que costumavam matar milhares de pessoas no passado hoje não são mais ameaças.

No entanto, se deixar de tomar vacinas virar uma tendência, essas doenças podem voltar a ser uma realidade, comprometendo a vida de todo mundo,não importando a faixa etária.

Basta uma única pessoa ignorar a imunização para disparar toda essa cadeia de contaminação. Por isso, é importante que cada um faça a sua parte e esteja atento para manter a vacinação em dia.

Vacina para coronavírus em clínicas particulares

Segundo a ANVISA, a aprovação de uma vacina contra a Covid-19 também dará às clínicas particulares a autorização para aplicação das mesmas. Entretanto, é de se esperar uma priorização da compra das vacinas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) antes do atendimento às clínicas particulares, como a Croce.

Porém, segundo Geraldo Barbosa, presidente da ABCvac (Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas), em entrevista ao portal Poder 360, a vacinação simultânea no sistema público e privado irá acelerar a imunização da população, aliviando a pressão no sistema público. Isso dá boas perspectivas para clínicas particulares oferecerem também o imunizador assim que autorizadas as compras pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Vacinação em domicílio da Clínica Croce

Enquanto a vacina contra a Covid-19 não chega, é bom lembrar da importância de cumprir com o calendário de vacinação das demais doenças como se deve. A Clínica Croce disponibiliza o serviço de aplicação de vacinas à domicílio, realizado já há algum tempo antes mesmo do início da pandemia.

Pensando no conforto, praticidade, e agora mais do que nunca na proteção do próximo, a clínica leva o serviço de vacinação até casas, apartamentos, condomínios, escolas e empresas.

Temos disponíveis as mais diversas vacinas, incluindo a BCG, pneumocócica conjugada, meningocócica ACWY e B, a Tríplice Bacteriana e Tríplice Viral, além de vacinas contra a hepatite A, hepatite B, vírus influenza, poliomielite, rotavírus, varicela, dengue e febre amarela e Herpes Zoster (HPV).

A vacinação à domicílio da Clínica Croce não é apenas um delivery de vacinas: é um serviço completo onde levamos a vacina até você, na sua casa ou onde você estiver, realizamos a aplicação e damos todas as orientações e cuidados necessários, da mesma forma como se o processo fosse feito em nossas instalações, mas no conforto da sua casa ou local de sua escolha.

Teleatendimento

Além do sistema de aplicação de vacinas à domicílio, a Clínica Croce iniciou a prestação de serviço por teleatendimento para seus pacientes, com o objetivo de manter a saúde de todos em segurança devido ao aumento de casos de pessoas com Covid-19.

A clínica disponibiliza aos seus pacientes e usuários o atendimento através de um sistema único e exclusivo, a fim de buscar a melhor maneira de assistir cada um deles sem que seja preciso seu deslocamento.

Com uma renomada equipe médica, a Clínica Croce oferece especialistas nas áreas de alergologia e imunologia, endocrinologia, endocrinologia pediátrica e reumatologia.

É importante lembrar que no contexto da Covid-19, as comorbidades aumentam o risco de agravamento do quadro do paciente. Para aqueles que não tratavam as enfermidades previamente, a evolução da doença causada pelo novo coronavírus pode ser ainda pior. 

Estratégias de vacinação preventiva, cuidados com a higiene e acompanhamento médico são cuidados que feitos em massa, podem colaborar com o controle do Covid-19 e também para os novos vírus e doenças que chegam em nossa sociedade.

Clínica Croce

Além de seu sistema de aplicação de vacinas à domicílio, a Clínica Croce é referência em vacinas na região em que está localizada e conta com uma equipe médica renomada, com especialistas da USP e da UNIFESP. A empresa oferece o que há de melhor em áreas como imunologia, endocrinologia, alergologia, reumatologia, e endocrinologia pediátrica.

Com os mais avançados serviços e ferramentas tecnológicas, a clínica oferece meios para diagnóstico e tratamento de doenças alérgicas, com corpo clínico multidisciplinar de alto nível técnico e científico.

Na leitura de hoje, você pôde conhecer melhor a vacina para coronavírus, entendendo como ela é desenvolvida, sua fabricação, as que estarão disponíveis no Brasil até o momento e a importância de ser imunizado contra o vírus da Covid-19. 

Com a vacinação começando em breve, você não vai querer ficar de fora, certo? Por isso, faça seu contato com a Clínica Croce por meio do WhatsApp e receba as novidades sobre a vacinação contra o novo coronavírus em seu celular!

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