Tríplice Viral protege da caxumba e deve ser tomada em duas doses

A cidade de São Paulo vive um surto de caxumba. Segundo dados publicados em uma matéria do G1, a capital já registrou 274 casos nos quatro primeiros meses de 2016. Ao todo, foram 39 surtos, sendo 15 deles em instituições escolares.

“A caxumba é uma infecção causada por um vírus que acomete, principalmente, as glândulas que produzem saliva, em especial as parótidas. Os sintomas são: febre, dor no corpo e um inchaço ao final da mandíbula, em geral, de um lado só”, explica Dra. Ana Paula Moschione Castro, médica da Clínica Croce e do Instituto IMA Brasil.

Embora sejam raras, complicações podem surgir a partir da caxumba, sendo uma delas a meningite viral, forma mais branda da infecção que atinge as membranas que envolvem o encéfalo. Orquite (inflamação dos testículos) e a ooforite ( inflamação dos ovários) também podem ocorrer em casos mais graves.

Classicamente a vacina contra a caxumba é aplicada em duas doses, sendo uma ao primeiro ano de vida e a segunda aos 5 cinco anos de idade. Para adultos que não se lembram de a terem recebido ou que desejam fazer reforço é aconselhável procurar uma clínica para tomar a vacina, conhecida pelo nome de Tríplice Viral, que além da caxumba protege também contra o sarampo e a rubéola.

A Tríplice Viral é contraindicada para pacientes que tenham comprometimento do sistema imunológico, já que a vacina é produzida com o vírus vivo atenuado.

A vacina atenuada é aquela em que o vírus está vivo, porém, sem capacidade de produzir a doença (caxumba, febre amarela, rubéola, sarampo,  varicela e varíola). Algumas vezes, esses vírus podem reverter para a forma selvagem, causando a doença. Essas vacinas são contraindicadas para imunodeprimidos e gestantes.

Fonte: http://www.vacinas.org.br/novo/vacinas_contra_v_rus/vac_virus.htm

 

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