PERGUNTAS FREQUENTES

As populações adequadamente vacinadas apresentam redução de uma série de doenças potencialmente graves, como as meningites bacterianas, a hepatite, entre outras. Programas efetivos de imunizações permitiram a erradicação mundial da varíola e da poliomielite nas Américas. O momento atual é bastante promissor, uma vez que as novas vacinas podem minimizar a ocorrência de tipos específicos de câncer, como o de colo de útero, por exemplo.

A ideia de que vacina é coisa de criança já ficou no passado, mas na prática nem sempre nos atentamos quais os adultos devem receber ou como anda sua carteira de vacinas. Há hoje a disposição de adolescentes e adultos uma série de vacinas que garantem mais saúde e melhor qualidade de vida. Fique atento a estas vacinas:

• HPV: indicada para a prevenção de verrugas genitais, câncer de colo e pênis. Meninos e meninas entre 9 e 26 anos podem receber esta vacina.

• Meningite Meningocócica: provavelmente, os adultos de hoje não receberam esta vacina quando crianças. Trata-se de uma vacina conjugada contra a meningite C que confere proteção duradoura a esta importante e grave infecção.

• Tétano, Difteria e Coqueluche: a vacina tríplice, que integra o calendário de nossos filhos, muitas vezes é esquecida entre os adultos. O componente da coqueluche (pertussis) pode ser administrado uma única vez a partir dos quinze anos de idade, mas o tétano e a difteria devem ser renovados a cada 10 anos.

• Hepatite B: além de muito eficaz na prevenção da hepatite B, esta vacina pode ajudar na prevenção do hepatocarcinoma (um tipo de câncer de fígado). Quem nunca foi imunizado, deve receber três doses que garante imunidade duradoura.

• Hepatite A: indicada para pessoas que nunca tiveram contato com o vírus e vão viajar para locais onde há risco de contaminação por meio de alimentos ou água. Já faz parte do calendário da criança há muitos anos, mas alguns adultos, provavelmente, também não receberam essa vacina.

• Influenza: anualmente, adultos e crianças devem receber a vacina contra influenza, o vírus que causa a gripe. É importante reconhecer a importância desta vacinação, especialmente nas populações de risco onde uma gripe pode trazer várias complicações.

• Pneumonia: pacientes acima de 60 anos e pessoas que apresentam risco a complicações por pneumonias, como diabéticos e cardiopatas, devem receber a vacina.