29 de agosto – Dia Nacional de Combate ao Tabagismo

O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo. Muitas são as campanhas de conscientização sobre os malefícios do cigarro, porém, as estatísticas são alarmantes: pesquisas apontam que, aproximadamente 47% de toda a população masculina e 12% da população feminina no mundo fumam.

De acordo com a Dra. Marise Lazaretti Castro, médica endocrinologista da Clínica Croce, o cigarro é um dos fatores de risco para a fratura óssea e osteoporose.

“A fratura desencadeia uma série de problemas de saúde que acaba levando à morte. A mortalidade até 6 meses depois de uma fratura de quadril atinge 23% dos indivíduos, sendo mais comuns nas mulheres. No universo masculino, o grupo de risco para a osteoporose é de homens acima de 70 anos. Geralmente, reage pior quando há fratura do quadril, por estar com a saúde mais frágil do que as mulheres dessa mesma faixa etária”, explica a especialista.

Além de enfraquecer os ossos, outras doenças podem ser desencadeadas pelo tabagismo, como o câncer e as cardiovasculares.

Para as mulheres, o fumo é responsável, ainda, pela diminuição do estrogênio (hormônio feminino), que já tende a sofrer uma queda na fase da menopausa. O tabagismo é uma das únicas situações que pode reconhecidamente antecipar a menopausa.

“Além de o fumo aumentar o risco de osteoporose, e consequentemente, das fraturas, o tabagismo ainda tem efeitos deletérios sobre a pele, que fica mais envelhecida, com mais rugas e com uma coloração característica, que pode ser identificada à distancia. Além disto, o fumo traz sérios problemas dentários. Além de deixá-los escurecidos pela nicotina e alcatrão, provoca uma doença periodontal (inflamação das gengivas) que acaba levando à perda dentária precoce”, alerta.

Clínica Croce de mãos dadas com a OMS no Dia Nacional de Combate ao Tabagismo.

 

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