O que avaliar ao escolher uma clínica de vacinação em SP?

O que avaliar ao escolher uma clínica de vacinação em SP?

11 de fevereiro de 2020 0 Por admin

Você está pensando em buscar uma clínica de vacinação em SP? Esse realmente é um cuidado fundamental para você ou para a saúde de quem você ama.

Apesar de a vacina estar atualmente no centro de diversas discussões – e de muitas fake news –  ela é, comprovadamente, um recurso eficiente de medicina preventiva para promover a imunização da população contra uma série de enfermidades e infecções. 

O ditado popular “é melhor prevenir do que remediar” representa bem o potencial da vacina. Essas substâncias biológicas ajudam a nos proteger contra diversas doenças. Isso porque elas atuam na ativação de nosso sistema imunológico, ajudando-o a combater a ação de vírus e bactérias. 

Desse modo, esses agentes imunizantes são grandes aliados para nossa saúde e longevidade. Hoje, pode parecer difícil de imaginar que, por exemplo, a caxumba possa levar alguém a óbito. E isso tem muita relação com o poder das vacinas que, em muitos casos, praticamente erradicaram doenças contagiosas, minimizando o terrível impacto dessas enfermidades, e salvaram a vida de dezenas de milhões de pessoas no último século.

Por tudo isso, é muito importante manter-se bem informado, consultar o calendário de vacinação e as recomendações de vacinas para a sua fase de vida. Esse é um cuidado simples, que não tomará muito de seu tempo, mas que pode lhe render muito tempo no futuro, sem ter de lidar com o tratamento ou as consequências de determinada doença.

Para ajudar você nessa tarefa, preparamos o artigo de hoje. A seguir, saiba mais sobre o que é a vacina, como ela é produzida e como lidar com as fake news envolvendo o tema. Confira também as principais vacinas recomendadas para cada fase da vida e dicas de como escolher sua clínica de vacinação em SP. Acompanhe.

O que são as vacinas?

Em linhas gerais, pode-se dizer que tratam-se de recursos biológicos feitos à base de agentes similares aos microrganismos causadores das doenças, de toxinas e de componentes desses ou mesmo pelo próprio agente agressor. 

Essas substâncias são elaboradas de modo a prevenir determinados problemas de nosso sistema imunológico. Dessa forma, quando são introduzidas em nosso organismo, elas atuam no combate a vírus e bactérias e, também, na proteção contra eventuais casos infecciosos.

Com isso, a vacina estimula nosso organismo a produzir anticorpos que sejam necessários para evitar a ocorrência de um grande número de patologias – como sarampo, caxumba, febre amarela, dengue, entre tantas outras.

Em outras palavras, basicamente, as vacinas “ensinam” o sistema imunológico a combater doenças caso aconteça o contato com os vírus ou com as bactérias causadoras dessas enfermidades.

A partir desse entendimento, conseguiu-se conter um grande rol de patologias que, então, eram recorrentes no mundo, a partir da iniciativa de prover vacinação massiva da população.

Breve histórico sobre a vacina

Antes de saber como escolher uma clínica de vacinação em SP, é importante também compreender mais sobre seu histórico e sua evolução.

De modo geral, os períodos mais críticos da história da humanidade foram responsáveis por impulsionarem uma série de inovações, descobertas e invenções. Com a vacina, isso não foi diferente. Aqui, esse estímulo emergencial foi a propagação da varíola e de seus efeitos devastadores. 

Na China, durante o século 10, como você pode imaginar, não havia uma vacina como a que conhecemos hoje, mas sim um processo mais rudimentar que se chamava variolação. Por meio dele, se inoculava os indivíduos diretamente com uma versão bovina do vírus da varíola, por via nasal. 

Por sua vez, na Europa, a iniciativa de inocular as pessoas conquistou, inclusive, a adesão da aristocracia. Isso favoreceu a popularização da variolização, que foi crescendo e alcançado outros continentes. Entretanto, os surtos de varíola continuavam expressivos, reduzindo exércitos e dizimando a população. Essa constatação levou à criação de hospitais particulares voltados especificamente para a inoculação em Boston.

Avançando na história, a primeira vacina moderna foi fabricada em 1789. O médico britânico Edward Jenner obteve avanços muito importantes na descoberta de imunização de seus pacientes infectados com varíola, por meio de experimentos conduzidos após ouvir relatos de que alguns trabalhadores rurais eram imunes à varíola. Sua descoberta se assemelhou àquela da China, porém, com uma formulação diferente e outra identificação do agente causador da doença. Essa experiência conduzida por Jenner é tida como a descoberta da vacina.

Depois disso, ao longo dos anos, os agentes imunizantes evoluíram bastante e começaram a ser fabricados massivamente a fim de atender a população e de combater patologias nocivas à saúde das pessoas. 

Hoje, o Brasil, por exemplo, é autossuficiente na fabricação de vacinas imunobiológicas. Além disso, o país exporta vacinas para mais de 70 nações ao redor do mundo.

Como é feita a vacina?

De forma geral, a vacina é fruto de longos anos de estudo, experimentação e validação de resultados. De fato, somente a pesquisa pode demandar até décadas para finalmente ser concluída. Todo esse cuidado, naturalmente, é indispensável, a fim de manter a segurança e a confiabilidade de tal recurso para nossa saúde.

O processo de produção da vacina pode envolver:

  • Enfraquecimento de vírus: as vacinas de rubéola e catapora são exemplos de recursos criados com o enfraquecimento do vírus causador da doença. 
  • Eliminação de vírus: doses de vacina contra hepatite A e injeções contra raiva são exemplos de soluções que surgiram a partir desse método de produção. 
  • Remoção de parte do microrganismo: vacinas contra o HPV e a contra a hepatite tipo B foram desenvolvidas desse modo. 

Ainda, podem fazer parte do processo de fabricação da vacina:

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  1. Pesquisa e coleta de amostras: essa etapa costuma abranger centros de vigilância em diversas partes do mundo para coletar amostras que viabilizem o processo de fabricação da vacina. 
  2. Descoberta e desenvolvimento: escolhe-se o método de produção mais adequado e, com a identificação das amostras e características necessárias para a imunização, parte-se para o desenvolvimento da vacina. 
  3. Testes pré-clínicos e clínicos: há a exigência de que testes bastante criteriosos sejam realizados com qualquer vacina que seja desenvolvida. Por meio do seguimento de rigorosas diretrizes, são feitos tais testes ainda em laboratórios utilizando-se cobaias. Finalizada a etapa pré-clínica, são conduzidos testes de estudo clínico em humanos – em pequenos grupos e, posteriormente, em amostragem maior. A partir disso, também se executa estudos para averiguar eventuais efeitos colaterais.
  4. Liberação dos órgãos reguladores da vacina: todas as informações provenientes dos estudos são encaminhadas a órgãos como a Organização Mundial de Saúde (OMS). Com isso, se faz uma solicitação formal de aprovação da vacina para fabricação. 
  5. Fabricação da vacina: se aprovada, a vacina poderá ser produzida. É importante que o paciente confira as listas divulgadas anualmente pela Anvisa e outros órgãos responsáveis para, na clínica de vacinação em SP de sua preferência, checar a procedência da dose que será aplicada.
  6. Distribuição da vacina: os laboratórios, então, poderão fazer a distribuição da vacina em estabelecimentos autorizados – incluindo clínica de vacinação em SP. 

Vacina e as polêmicas atuais: vacinar ou não?

Utilizando sobretudo redes sociais como potencializadoras estão os movimentos antivacinas. A partir de questionamentos sobre a obrigatoriedade da vacinação, os efeitos da vacina e outras questões que podem soar como “teoria da conspiração” – como a de que, por meio das vacinas, a indústria farmacêutica está piorando a nossa imunidade –, tal movimento constrói sua plataforma. 

No entanto, muito mais do que uma dúvida com consequências individuais, a decisão de não vacinar pode afetar muitas pessoas. Isso porque, quando uma parcela da população não se vacina, outros indivíduos que sejam suscetíveis poderão propagar a circulação de agentes infecciosos e até mesmo iniciar um surto. 

Desse modo, pacientes que, por algum motivo. não podem submeter-se à vacina – por exemplo, em razão de determinado problema imunológico ou por estarem abaixo da idade demandada – ficam também expostos a uma possibilidade maior de contrair doenças. 

Assim, na hora de tomar a decisão de vacinar ou não, também é importante refletir sobre as consequências sociais e de saúde pública que tal definição poderá ter. Ainda, se a decisão é tomada em nome de outra pessoa – como um bebê –, seu peso é ainda maior. Sempre deve-se lembrar de que a vacina ajuda a aumentar a resistência ao desenvolvimento de doenças infecciosas e potencialmente danosas. Portanto, esse é um cuidado crucial para com quem amamos. De fato, aqueles que seguem o calendário de vacinação apresentam diminuição da ocorrência de uma série de patologias graves – como as meningites bacterianas, hepatites, gripe H1N1, entre outras.

Em 2019, de acordo com dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), os casos de sarampo cresceram três vezes apenas nos primeiros sete meses do ano. Dados como esse levaram a UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância – a classificar essa situação como um “avanço preocupante”. E uma das possíveis razões para esse cenário é a influência das fake news e do movimento antivacinas.

Portanto, antes de colocar a sua vida ou a de quem você ama em risco, pense bem sobre os impactos dessa decisão. Pesquise sempre a fonte das informações que recebe no WhatsApp ou nas redes sociais e não se deixe levar por algo equivocado e que pode prejudicar sua saúde ou mesmo a vida de seus filhos.

Uma boa dica é sempre consultar o serviço Saúde sem Fake News, lançado e atualizado pelo Ministério da Saúde. Neste site, você pode pesquisar se uma informação sobre saúde é ou não verdadeira e buscar na ampla base de dados se determinada notícia já não foi classificada como falsa. 

Quando procurar uma clínica de vacinação em SP?

Basicamente, em todas as fases de nossa vida, há alguma vacina para nos ajudar e evitar uma série de doenças. No entanto, muitas pessoas acabam pensando que elas estão restritas à infância e acabam deixando de se vacinar na fase adulta.

Pensando nessas situações, desde o ano de 2004, o Ministério da Saúde começou a criar calendários de vacinação com a recomendação das vacinas que devem ser administradas ao longo de nosso ciclo de vida. 

Veja, a seguir, as principais vacinas para cada fase de nossa vida:

  • Período gestacional: tríplice bacteriana, hepatite B e Influenza. Determinadas vacinas são indicadas em situações especiais, como nos casos em que as pacientes apresentam risco de exposição aos vírus, como Hepatite A, Pneumocócicas, Meningocócica ACWY e Meningocócica B. Durante a gestação, as vacinas para Febre amarela, Tríplice Viral, HPV, Varicela e Dengue são contraindicadas.
  • Prematuro: BCG, Hepatite, Rotavírus, Tríplice Bacteriana, Haemophilus influenzae b, Poliomielite inativada, Pneumocócica conjugada, Meningocócicas ACWY e B e Influenza.
  • Criança: BCG, Hepatite B, Tríplice bacteriana, Haemophilus influenzae b, Poliomielite, Rotavírus, Pneumocócica conjugada, Meningocócica ACWY, Meningocócica B, Influenza, Hepatite A, Tríplice viral, Varicela, HPV, Dengue e Febre amarela.
  • Adolescente: Tríplice Viral, Hepatites A, B ou A e B conjugadas, HPV, Tríplice Bacteriana, Varicela, Influenza, Meningocócica ACWY, Meningocócica B, Febre amarela e Dengue.
  • Adulto: Tríplice Viral, Hepatites A, B ou A e B conjugadas, HPV, Tríplice Bacteriana, Varicela, Influenza, Meningocócica ACWY, Meningocócica B, Febre amarela, Dengue, Pneumocócicas e Herpes Zoster.
  • Idoso: Influenza, Pneumocócicas 13 e 23 V, Tríplice Bacteriana, Hepatites A e B, Febre amarela, Meningocócicas, Herpes zoster e Tríplice Viral.

Além de procurar uma clínica de vacinação em SP nesses períodos, outras oportunidades para isso são antes de realizar viagens (sobretudo as internacionais), após sofrer um ferimento de alto risco, depois de ter tomado determinada vacina há mais de 10 anos, quando uma nova vacina é lançada, entre outras que podem ser esclarecidas por seu médico.

O que observar para escolher uma clínica de vacinação em SP?

É fundamental fazer uma pesquisa prévia para averiguar clínicas com boa reputação no mercado, com credibilidade e um histórico de atendimentos satisfatório. Encontrar um estabelecimento seguro e confiável é um cuidado indispensável, afinal, sua saúde deve estar em primeiro lugar. 

Ainda, é importante encontrar uma clínica de vacinação em SP que ofereça atendimento humanizado, personalizado e de qualidade. E isso passa por toda a equipe, desde o primeiro contato na recepção até a orientação e atuação do especialista que aplicará a vacina. Aquelas que colocam uma equipe multidisciplinar à sua disposição também devem ser consideradas.

Optar por uma clínica com instalações modernas, climatizadas, que forneçam o conforto necessário para o atendimento também é crucial. Por fim, dê preferência à clínica que valorize o seu tempo, sem esperas abusivas e com agendamento facilitado, seguindo a sua disponibilidade de horários. 

Clínica de vacinação em SP: conheça a Clínica Croce

A Clínica Croce é referência entre as clínicas de vacinação em SP e, também, em todo o país. Isso porque, entre nossos pilares, estão um atendimento humanizado, metodologias de trabalho e instalações modernas e o alto comprometimento e nível de qualificação de toda a equipe.

Temos ampla experiência de mercado, já são mais de 40 anos de atuação multidisciplinar, provendo o melhor atendimento para nossos milhares de pacientes.

Como clínica de vacinação em SP, disponibilizamos um completo calendário de vacinas com finalidades preventivas de imunização, objetivando proteger nossos pacientes ao longo de todas as fases de sua vida.

Como vimos, vacinação é algo muito sério, que não pode ser tratado com leviandade ou negligência. Esse é um recurso crucial da medicina preventiva para nos ajudar a viver melhor, a ter mais saúde e tranquilidade para aproveitarmos melhor nosso tempo com quem amamos. 

Compreendendo isso, a Clínica Croce criou um departamento especializado em vacinação. E esse serviço é disponibilizado em um ambiente acolhedor, confortável e seguro para as imunizações, localizado na zona oeste de São Paulo.

E, para sua maior comodidade, possuímos convênios com diversos planos de saúde que podem ser consultados em nosso site e, ainda, para grupos maiores – como escolas e condomínios – podemos ir até o local, fornecendo orientações e organizando uma campanha própria de vacinação.

Agora que você já sabe mais sobre a importância da vacina e sobre os diferenciais da Clínica Croce, inicie seu atendimento para agendar a sua próxima vacina. Aguardamos você!

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