Medicamentos usados sem orientação podem causar reações graves

Prática comum, porém muitas vezes fatal, a automedicação é um risco que atinge milhares de vidas, isto porque cerca de 16 milhões de brasileiros são alérgicos a algum tipo de medicamento.
Os anti-inflamatórios não esteroidais são os maiores responsáveis pelas reações mais frequentes. Os antibióticos também aparecem, porém com menor prevalência. “A reação mais grave é a anafilaxia, que pode ocorrer durante os procedimentos com medicamentos anestésicos”, alerta Dr. Fábio F. Morato Castro, médico alergista e imunologista da Clínica Croce.

O especialista, entusiasta em iniciativas de prevenção, responsável pela criação de campanhas de combate às doenças alérgicas e idealizador do App Alergia a Medicamentos (disponível para iPhone IOS e Android; gratuito, de fácil acesso e aplicabilidade), conta que o app é um importante aliado tanto para o paciente como para o médico. “No momento da prescrição, por exemplo, os médicos podem pesquisar quais medicações oferecem ou não perigo aos seus pacientes.
Nele, é possível encontrar todos os remédios registrados no Brasil pela Anvisa, até agosto de 2015. São milhares de nomes comerciais, em diferentes apresentações e princípios ativos. Essa lista foi organizada em cerca de 3.000 grupos de medicamentos.

Como funciona o App Alergia a Medicamentos
Basta o paciente registrar remédios e princípios ativos aos quais é alérgico. Na farmácia, no momento de compra, deve digitar o nome do remédio e o app mostra o resultado, se pode ou não usar o produto. O paciente tem, ainda, um espaço para registrar o nome do seu médico, caso haja alguma emergência, além do telefone do SAMU.

A ficha técnica do APP Alergia a Medicamentos pode ser encontrada no link https://itunes.apple.com/us/app/alergia-a-medicamentos/id963579180?ls=1&mt=8

Não vacile! Alergia é coisa séria!

 

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